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BLOG FALANDO DE DANÇA, BY LEONOR COSTA

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Um pouco de história : Ilha Fiscal na história da dança de salão


A Ilha Fiscal foi palco de um acontecimento marcante na história da dança de salão brasileira. Alguém sabe qual foi? Fique ligado, pois essa será a temática do PRÊMIO CULTURA DA DANÇA DE SALÃO ano que vem!!! Uma realização de AMAragão Eventos e Studio Valdeci de Souza, com apoio do Jornal Falando de Dança, sites Dance a Dois, Momentos de Tango, Elza Moreira e Agenda da Dança de Salão Brasileira, de Marco Antonio Perna!

Sobre o último grande Baile da Ilha Fiscal:

O Baile da Ilha Fiscal ocorreu no dia 9 de novembro de 1889, em homenagem aos oficiais do navio chileno "Almirante Cochrane". Realizado na ilha Fiscal, no centro histórico do Rio de Janeiro, então capital do Império, foi a última grande festa da monarquia antes da Proclamação da República Brasileira.

Inicialmente marcado para o dia 19 de outubro, foi adiado por ocasião da morte do rei Luís I de Portugal (1861-1889), sobrinho de Pedro II do Brasil.

O evento que reuniu toda a sociedade do Império, formalmente homenageava a oficialidade dos navios chilenos ancorados na Baía havia duas semanas. Mas, na verdade, comemorava as bodas de prata da princesa Isabel e do conde d´Eu.

Além disso, a intenção do visconde de Ouro Preto, presidente do conselho de ministros, era de tornar inesquecível este baile, para reforçar a posição do Império, contra as conspirações republicanas. O dinheiro gasto por ele no baile, 250 contos de réis, foi retirado do ministério da Viação e Obras Públicas, e estaria destinado a socorrer flagelados da seca no Ceará.

Este valor correspondia a quase 10% do orçamento previsto da Província do Rio de Janeiro para o ano seguinte.

Estima-se que cerca de três a cinco mil pessoas participaram do baile (conforme as fontes), marcado pelo excesso e pela extravagância: a ilha foi enfeitada com balões venezianos, lanternas chinesas, vasos franceses e flores brasileiras. O movimento dos convidados era constante. Eles desciam das barcas a vapor e eram recepcionados por moças fantasiadas de fadas e sereias. O tilintar das taças de bebida se misturava aos risos e à música. Nunca se havia visto no Brasil tanto luxo.

Quer saber mais sobre as sociedades dançantes ? então veja nosso post a respeito AQUI

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